Iniciar um repositório Node.js
Combina dependências com as saídas da framework usada. Mantém o lockfile e a configuração necessários para instalações reproduzíveis.
Selecione os ambientes usados no projeto, adicione regras personalizadas e gere um ficheiro .gitignore limpo sem duplicados.
Selecione apenas as tecnologias realmente usadas pelo projeto.
Uma regra por linha. A ordem e as repetições das regras próprias são preservadas.
Compõe um .gitignore para o repositório combinando modelos locais e padrões próprios. O gerador produz texto para rever e guardar no projeto; não abre o repositório nem altera o índice Git. É útil para dependências, resultados de compilação e caches. Escolhe exclusões segundo os ficheiros realmente gerados: um padrão útil noutro contexto pode ocultar um ficheiro que a tua equipa precisa de versionar.
Os modelos são reunidos pela ordem do catálogo. São removidos padrões exatamente iguais entre modelos, sem simplificar sobreposições como *.log e um caminho concreto. As regras personalizadas são acrescentadas no fim pela ordem original. As repetições são preservadas porque uma exclusão repetida após uma negação pode alterar o resultado. Mantêm-se barras invertidas e espaços escapados.
Git interpreta os padrões conforme a localização do .gitignore. Um / inicial ancora o padrão nesse local e um / final indica um diretório. * e ** nem sempre têm o mesmo alcance. ! volta a incluir um caminho excluído, mas Git não consegue recuperar um ficheiro se o diretório superior estiver totalmente ignorado. # inicial começa um comentário; escapa-o se o nome começar realmente por esse carácter.
O modelo de ambiente ignora .env e .env.* e depois inclui !.env.example, permitindo versionar um exemplo sem segredos. As regras afetam sobretudo ficheiros não seguidos. Um ficheiro já no índice continua seguido mesmo que corresponda a um novo padrão. O gerador não retira ficheiros do índice, não limpa o histórico nem procura segredos.
Escolhe apenas os ambientes realmente usados. Selecionar todas as tecnologias pode introduzir exclusões demasiado amplas.
Introduz uma regra por linha e coloca as negações depois das exclusões. Os comentários de secção podem ser desativados.
Descarrega .gitignore, revê-o e confirma um caminho com git check-ignore -v. Examina os ficheiros seguidos antes de ponderares alterações ao índice.
Combina dependências com as saídas da framework usada. Mantém o lockfile e a configuração necessários para instalações reproduzíveis.
Usa os padrões .env com a exceção .env.example. Confirma que o exemplo contém apenas valores fictícios.
Acrescenta exceções nas regras próprias e revê a ordem. Compara o texto com o ficheiro atual antes de o substituíres.
Sem comentários, o modelo environment produz três linhas. A exceção surge após as exclusões para manter .env.example visível.
Entrada
environment; includeComments=falseResultado
.env
.env.*
!.env.exampleEstas regras próprias mantêm a ordem. A última exclusão pode anular a inclusão anterior; eliminar a repetição mudaria o sentido.
Entrada
custom: *.log
!important.log
*.logResultado
*.log
!important.log
*.logHabitualmente na raiz do repositório. Git também aceita .gitignore aninhados com padrões relativos aos seus diretórios. Ajusta os caminhos se moveres o ficheiro.
Pode já estar seguido. Os padrões não o retiram do índice; examina git ls-files e as alterações preparadas antes de intervir.
Removem-se repetições exatas entre modelos. As regras próprias mantêm ordem e repetições para respeitar exceções introduzidas por !.
Não. Reúne padrões sem inspecionar ficheiros ou histórico. Exclusões preventivas complementam uma revisão do repositório, sem a substituir.
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